A Melhor Casa de Swing de São Paulo

Atendimento on line

Na sexta-feira (29/03/2013) fizemos mais uma visita ao Inner, em São Paulo; que é a nossa casa de swing favorita na capital.

Quando vamos pra farra; gostamos de fazer tudo bem planejado. Curtimos o prazer do sexo aliado à segurança e ao conforto. Por isso, escolhemos ficar hospedados num hotel em Moema. Saímos de Santos à tarde e chegamos em São Paulo por volta das 17h00. Antes de irmos ao hotel onde ficariamos hospedados; demos uma passadinha rápida pelas famosas ruas Curitiba e Tutóia (pra ter uma noção dos points onde se pratica o dogging na capital). Claro que não havia nada rolando; mas a visita era apenas pra fazer um reconhecimento e, quem sabe, retornarmos mais tarde.

Fomos para o hotel e nos instalamos em nosso apartamento. Enquanto eu fiquei na net, procurando algum amigo ou casal que por acaso também fosse ao Inner; minha esposa foi ao Shopping Ibirapuera olhar vitrines e fazer umas comprinhas.

Quando a Ninfogosa voltou do shopping; fizemos um lanche, tomamos banho e ela foi se arrumar pra ficar gostosa (mais gostosa). Depois de pronta; ela fez caras e bocas sensuais; posando pras nossas fotos. Nessa noite minha esposa usava um conjunto de lingerie estilo “oncinha”; sandálias de saltos altos e um vestido preto, bem colado ao corpo. Tava uma verdadeira piriguete. Saímos do hotel por volta das 21h30 e demos uma passada nos points doggings próximo ao Parque do Ibirapuera. Novamente, nada sem movimento, embora os locais estivessem propícios (escuros e tranquilos); ainda era cedo e não vimos nada de interessante.

Demos uma volta pelas ruas próximas; passamos em frente ao Marrakesh, ao Constantine e dali rumamos pro Inner. No caminho, eu disse pra Ninfogosa que a vantagem de chegarmos cedo é que poderíamos brincar entre nós dois; afinal, o marido tem de ter pelo menos o direito de ser o primeiro da noite a comer a própria esposa. A safada disse brincando: - Pode ser o primeiro, ou o último...

Entramos na casa, pegamos nossa comanda e fomos procurar nossa mesa favorita; mas ai tivemos uma pequena frustração. Ocorre que, por se tratar de uma Sexta-feira Santa, a expectativa de público da casa não era das maiores, daí eles fecharam o acesso a sala onde ficam as cabines privativas (que são mesas com 2 pequenos sofás e uma cortina que pode ser fechada para dar mais privacidade aos casais e seus eventuais convidados).

Mesmo assim, nos demos bem, pois ficamos numa posição estratégica: bem em frente uma das entradas para a área do ménage. Nesse local era possível avaliar o pessoal, ver quem chamava a atenção e ver como estava o movimento de entrada e saída do pessoal que buscava o ménage.

Pedimos duas taças de vinho e ficamos conversando, ouvindo música e analisando o perfil das demais pessoas que chegavam. Aos poucos a casa foi enchendo (não chegou a ficar lotada, mas estava bem animada). Outros casais foram chegando e alguns singles boa pinta também.

Depois do vinho, com a casa mais cheia; resolvemos dar a primeira volta pelos corredores das alas privativas do Inner. Deixei os casacos na chapelaria e fomos em frente. Minha esposa comentou que sem o casaco; só aquele vestidinho, estava se sentindo “nua”. Realmente; ela estava uma tentação, toda exposta naquela roupinha de piriguete. Porém, além da minha, na casa também haviam outras piriguetes; algumas até mais ousadas.

Primeiro passamos pelo labirinto da ala dos casais; onde singles supostamente não entram; ou ao menos não deveriam entrar. Digo isso porque, dessa vez, dois deles estavam lá misturados aos casais, tentando se dar bem; enquanto um segurança meio perdido andava de um lado pro outro à caça deles. Como ainda era cedo; o labirinto estava meio vazio. Poucos casais e nada de muito interessante. Saímos dali, cruzamos a área social e chegamos ao setor do ménage; onde os singles andam livres, leves e soltos; ou seja; impunes.

No primeiro corredor; as primeiras cabines privativas estavam vazias; assim como o cinema. Já o dark room até tinha algum movimento; mas nada muito atraente. Fomos então para o corredor onde ficam outras 6 cabines privativas (o setor onde fica o ônibus ainda estava fechado). No final do corredor havia uma cabine livre. Entramos nessa e fechamos a porta. Apagamos a luz interna e começamos nossos amassos. Adoro pegar minha mulherzinha quando ela está bem putinha. A safada disse no meu ouvido: “- Quero dar pra outro na sua frente.”

Safada. A putinha gosta de me provocar e sabe como fazer do jeito que eu tanto gosto.

Devagar, se posicionou contra a parede, onde ficam os buraquinhos (glory hole) para receber carinhos dos singles que estivessem do lado de fora. Não demorou e várias mãos começaram a aparecer e pegar nas carnes tenras e macias da minha esposa. A Ninfogosa começou a rebolar nas mãos dos vários machos (segundo ela disse) que se aproveitavam de seu corpo. Enquanto batia uma punheta, cheguei perto dela e a beijei com intensidade dizendo que a amava.

Na porta da cabine existe um vidro, através do qual podíamos ver quem estava do lado de fora, sem sermos vistos do lado de dentro (por conta do breu da cabine). Notei que chegou um casal; onde o marido até que era mais ou menos; mas a esposa não me atraiu muito. De qualquer forma, o marido foi pra lateral da nossa cabine e enfiou as mãos no glory hole à procura da minha mulher, enquanto que a esposa dele ficou na porta da cabine e enfiou a mãozinha e encontrou o meu pau e começou a bater uma gostosa punheta em mim. Aos poucos o marido se deslocou da porta para a cabine lateral; para alcançar melhor a minha esposa, que a essa altura recebia os carinhos de outro macho também. Por sua vez, a esposa desse rapaz continuou na porta dando atenção pra mim.

Nisso chegou um single meio calvo e de cavanhaque, que colou na mulher e também enfiou um braço na nossa cabine, tentando encontrar minha esposa; porém, o que ele achou foi o meu pinto...

Confesso que tomei um susto, mas aquela mãozinha macia estava gostosa, começou um ritmo gostoso e acabei deixando que ele também batesse uma punheta pra mim. O lance foi rápido, mas marcante. Na sequência, a mulher que estava do lado de fora cabine, pegou no meu pau também e se ajoelhou. Entendi o que ela queria e enfiei a pica pelo glory hole. A safada fez uma chupetinha deliciosa. Tudo rápido; porém excitante; ainda mais porque ao meu lado estava a Ninfogosa; minha esposa querida se gemendo de tesão enquanto se divertia com um monte de machos pelos buraquinhos na parede. Em determinados momentos, minha esposa também esticava as mãozinhas e fazia carinhos nos paus dos rapazes, bem como chegou a fazer chupetinha em alguns.

Gozei com a punheta e enquanto me limpava, pude ver minha esposa abaixada e sua cabeça se movimentando pra trás e pra frente; denunciando que ela estava mamando a rola de alguém.

Passados alguns instantes; ela parou e veio me beijar (selinho). Resolvemos parar aquela primeira sessão de sacanagens da noite. Esperamos os singles e o casal irem embora e saímos da cabine. Voltamos para nossa mesa e pedimos mais bebidas pra recuperar o fôlego.

A casa estava cheia. Não chegou a lotar; mas tinha bastante gente bonita.

Esperamos alguns minutos e demos mais uma passada pela área privativa. Mesmo esquema: primeiro a ala dos casais e depois a dos solteiros. Nos casais a coisa ainda estava morna e sem nada que nos interessasse. Nos corredores da ala do ménage; várias cabines estavam ocupadas e dava pra ouvir gritinhos e gemidos de prazer. A porta que dá acesso ao ônibus já estava aberta e entramos por ali. Passamos pela sala dos véus, pela cadeia e chegamos em frente ao famoso elevador erótico (estava ocupado).

Demos uma volta pelo corredor das cabines (próximo ao ônibus) e novamente entramos numa cabine e fechamos a porta. Começamos mais uma brincadeira de casal; mas dessa vez a Ninfogosa ficou de quatro no sofazinho e eu levantei seu vestido, expus sua bunda, puxei a calcinha de lado e cravei a pica na bucetinha dela. Fiquei bimbando na bunda da minha putinha. Não demorou e começaram a aparecer mãos bobas pelos glory holes querendo tocá-la. Claro que a safada deu atenção aos rapazes. Dei umas estocadas e gozei forte. Pronto; o marido tinha sido o primeiro da noite (eu acho) a comer a própria esposa. Agora a cachorra estava liberada pra foder com outro macho e me fazer de corno.

A Ninfogosa se levantou e encostou na divisória; ficando ao alcance das mãos que invadiam nossa cabine pelos glory holes. A putinha rebolava nas mãos dos safados. Na sequência; ela voltou a se abaixar e caiu de boca na pica de um felizardo.

Já satisfeitos; nós nos arrumamos e saímos da cabine. Demos uma rondada perto do ônibus, onde rolava uma brincadeira de um casal com três singles; passamos pelos corredores das cabines; pela entrada do elevador erótico (a porta continuava fechada) e demos risada de um rapaz que estava alucinado com a bunda exposta e com o pinto enfiado num gloryhole. Que cena patética...

Continuamos nosso tour; fomos à sala dos véus e depois ao cinema; de onde rumamos para o dark room. Ai o bicho pegou. Cruzamos a cortina ficamos na parte mais escura. Não demorou e chegou um casal seguido por dois singles. O casal era formado por um coroa grisalho, mas em boa forma, e por uma moça morena, muito bonita; no auge de seus 30 anos. Os dois foram se chegando com caras de segunda intenções e o coroa, sem cerimônia, passou a mão na cintura da Ninfogosa (que não esboçou nenhuma reação) e a puxou para si, ao mesmo tempo em que entregou sua companheira.

O safado já levantou o vestido da minha esposa e pelo visto gostou do que viu, pois levou minha esposa pro cantinho atrás de mim e começou da dar um trato nela; enquanto a morena me beijava (e como beijava gostoso). A Ninfogosa ainda ficou de mãos dadas comigo por um tempinho; até que se sentiu segura e a vontade e passou a “dar” atenção a si mesma e ao coroa, soltando minha mão. Enquanto minha esposa mamava o amigo; eu dava deliciosos amassos com a morena e nem tinha como olhar pra trás pra ver o que rolava; mas consegui perceber que depois de ser chupado, o coroa colocou a Ninfogosa no chão e meteu rola na bucetinha dela; enquanto outros caras ficavam passando a mão no corpo dela.

Meus amassos com a morena estavam cada vez mais quentes; ela beijava muito bem, enquanto eu passava as mãos em sua bunda durinha; seus peitos, a safada batia uma punheta pra mim. Levantei a saia da putinha, expondo seu rabão. Tenho certeza que alguns dos singles que estavam no dark room acharam que eu era o marido dessa morena; principalmente os que não viram a brincadeira começar. Nesse instante, um negão chegou por trás da morena e tentou puxá-la de mim, mas eu mantive-a presa pela cintura e continuei dando um trato na safada.

De tanto insistirem; liberei a morena pros singles e me sentei no sofazinho ao lado da minha esposa, que continuava levando rola do coroa. Beijei-a e perguntei pra ela se estava tudo ok e ela disse que sim. Nisso; o coroa chegou perto do rostinho dela e perguntou se ela se ela curtia ser chupada. Minha esposa disse que sim. Ai vi uma cena que mudou meus conceitos sobre sexo: a morena (companheira do coroa) ficou de quatro na frente da minha mulher e caiu de boca na buceta da Ninfogosa. A cena era linda. Os singles só na punheta e as duas ali na chupação. O coroa aproveitou e meteu rola na sua mulher; que continuava fazendo a minha virar os olhinhos de tanto tesão.

Essa putaria entre as duas fêmeas durou alguns minutos, ao final do que; nos levantamos, arrumamos e voltamos pra mesa. Fato consumado; a Ninfogosa curte uma gata biativa; ou apenas deixa rolar. Sorte nossa.

Na mesa, brincamos sobre o ocorrido e pedimos mais bebidas pra matar a sede. A Ninfogosa me confirmou que aquela não tinha sido a primeira vez que ela recebia os carinhos de outra mulher, e que não se importava em receber esses agrados, mas que não tinha a disposição dela mesma tomar qualquer iniciativa. Tudo isso e a noite ainda estava apenas na metade.

Assistimos aos shows dos stripers (feminino e masculino) e fomos dar mais uma volta nas áreas privativas. Primeiro na área de casais; onde, de novo, nada nos chamou a atenção. Seguimos pra ala do ménage; onde a diversão é sempre garantida pra quem sabe curtir a balada liberal sem stress. Demos uma rodada por todos os cantos e acabamos novamente no dark room; que estava vazio. Sabíamos que com a nossa presença, em questão de segundos a sala ficaria agitada. Não deu outra; aos poucos os solteiros começaram a chegar, discretos, víamos seus vultos, cada vez mais perto. Eram caçadores a espreita da caça. Queriam devorar alguma esposinha. Minha esposa sabia que ali era seria abatida por esses caçadores.

Fomos pra trás da cortina e sentamos no sofázinho que fica na lateral. Deixei minha esposa próxima à cortina. Alguns singles passaram pela cortina, mas não chegaram até nós. Nisso, chegou um casal, todo afoito. Nem vi como era o marido, mas a esposa era novinha e estava toda animada. Passou pela cortina e percebeu que havia um casal sentado no sofá (eu e a Ninfogosa). A mulher se inclinou a apalpou os seios da Ninfogosa, que não reagiu; e disse: - Ai desculpa; pensei que fosse minha amiga.

Rimos diante dessa situação inusitada; mas eu percebi que a mulher continuou apalpando os peitos da minha esposa; até que a safada chegou mais perto e abaixou o vestido da Ninfogosa e começou a mamar num deles. Minha gata começou a se contorcer de tesão e eu aproveitei para mamar no outro peito; ao mesmo tempo em que estiquei minha mão e peguei no peitinho da gata que estava em minha frente.

Os singles começaram a apalpar bunda da putinha safada que mamava na Ninfogosa. Era uma delícia. Ficamos nesse tesão por alguns minutos; até que a mulher se levantou e foi embora, sendo seguida por alguns singles. Quando fui beijar minha esposa, comemorando nosso amor; ela me disse: - Estão me pegando aqui, tem alguém do outro lado da cortina.

Ou seja, sentado no sofá, mas do outro lado da cortina, algum macho sacana dava uns pegas na minha esposinha indefesa. A puta estava quase nua; com os peitos de fora e o vestidinho já tinha subido expondo suas coxas. Uma parte da cortina se abriu e consegui pra ver o vulto do cara que a sarrava. Minha esposa adora levar essa pegação vinda de dois machos (eu e o outro).

Quando o namoro estava pra lá de quente; a Ninfogosa chegou no meu ouvido, toda dengosa e disse: - Vamos com ele pra uma cabine?

Minha safada queria levar rola de outro macho. Eu disse que tudo bem; mas que ela o chamasse. Ela não perdeu tempo e lá fomos nós; o corno na frente, a puta no meio e o comedor logo atrás. Achei uma cabine e entramos. Fechamos a porta, o espaço era bem apertado. Sentei no sofá e coloquei o pau pra fora; começando uma punheta.

Os dois perceberam que estavam liberados pra namorar e se comerem na minha frente. Ai o cara começou a pegar minha esposa por trás, levantando seu vestido embaixo; e abaixando o vestido em cima. Não demorou e logo o rapaz colocou uma camisinha e comeu minha esposa de várias maneiras. Primeiro com ela inclinada pra frente (me chupando), enquanto ele metia na bucetinha dela por trás. Depois, ele se sentou no sofá e ela sentou na picona dela, enquanto eu fiquei em sua frente e ela me chupando. Na sequencia; o amigo colocou-a de quatro no sofá e mando rola nela. Nesse momento ela chegou a reclamar que estava doendo (depois ela me disse que a pica era muito grossa); mas mesmo assim foi em frente, até o amigo gozar (na camisinha).

Nos arrumamos; nos despedimos do amigo (com direito à beijinho dele nela); deixamos ele sair da cabine primeiro e resolvemos ir embora; considerando que a noite já tinha rendido bastante.

Pegamos o carro e demos mais uma passada na Rua Curitiba; onde haviam alguns singles esperando casais doggers. Porém, já estava tarde e nós tínhamos saciado o tesão daquela noite. Paramos numa hamburgueria show (na Avenida Ibirapuera) e depois de fazer um lanche fomos pro hotel, descansar depois de mais essa noite de prazeres.

Tags:

Alameda dos Pamaris, 160 - Moema - São Paulo - SP / Fone: (11) 5531-4067 / 5090-3737