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Relatos Eróticos

Nossa primeira vez foi sensacional

Inner Club

agosto 13th, 2014

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Olá meus caros. Pode ser que pelo título vocês achem que meu relato seja um “mais do mesmo”, da primeira aventura de um casal iniciante no mundo das casas de swing, mas perceberão com a leitura de que as coisas aconteceram de uma forma muito legal e até surpreendente!
Primeiramente, um breve histórico do que nos levou a esta aventura. Já faz um tempo que tenho essa vontade louca, gigantesca mesmo, de ver outro homem comendo minha esposa. Mas é ver detalhes, olhar de pertinho, ver outro pau entrando e saindo de sua boceta enquanto ela geme e goza, sabendo que não sou eu. Se for um pau ainda maior e mais grosso que o meu, melhor ainda!!!

Claro que isso não foi sempre assim. Tudo começou quando começamos a comprar brinquedinhos eróticos. Não temos muitos, para falar a verdade. Mas quando comprei um pênis vibrador caprichado, a coisa ficou realmente quente. Quando eu enfiava o pau na boceta dela toda molhada e quentinha eu ficava imaginando um outro pau entrando ali e ela gostando. Um dia eu disse isso a ela. Se ela gostaria que fosse outro pau. Não lembro da primeira vez se ela se sentiu à vontade com isso, mas sei que quanto mais vezes fizemos isso e mais fantasiamos, mais ela gostava da ideia. Chegamos a gozar muito com meu pau no cú dela e o vibrador na boceta e eu dizendo a ela que ela estava sendo comida por dois, fazendo uma deliciosa DP. Ela gozava deliciosamente enquanto eu dizia essas loucuras em sua orelha. Daí em diante, disposto a realizar minha fantasia mais louca, comecei a ler sobre swing, como é, locais, casas, relatos… e comecei, aos poucos, a conversar com ela sobre o assunto. Mostrei vários relatos, vimos vídeos, transamos imaginando. Outro dia pedi que ela colocasse um vestido escandaloso, em casa mesmo, um belo salto, e desfilasse para mim, como se estivéssemos numa casa de swing. Eu até coloquei uma roupa como se fôssemos sair. Liguei uns vídeos de strip masculino e feminino e assistimos. Depois liguei no canal pornô e ficamos em pé, na parede, assistindo, como se estivéssemos numa sala coletiva. Claro que transamos e gozamos assistindo. Aquela visão não saía mais da minha mente. Imaginá-la entrando numa balada liberal, com aquele vestido curtíssimo, seios quase à mostra, sendo comida com os olhos e eu delirando de tesão. Propus finalmente que poderíamos ir a uma casa de swing. Ela não negou, mas também não disse que iria. Numa viagem a SP, na estrada, conversamos sobre o assunto, e decidimos por conhecer uma casa em Campinas. A ansiedade era enorme e eu sempre me pegava imaginando como seria ver outro cara a comendo. Ela sempre dizendo que tinha medo, que não se sentiria a vontade, que dificilmente isso aconteceria na primeira vez, que não queria se sentir uma vadia, que tinha medo que isso prejudicasse nosso casamento e tal. Mas com muita calma e passando-lhe confiança acho que deixei as coisas mais tranquilas. Pois chegou o esperado dia de irmos. Ela vestiu uma blusa preta, transparente, mas colocou uma blusinha preta por baixo. Calça jeans e salto. Ela me surpreendeu muito positivamente quando disse que estava levando uma minisaia jeans dentro da bolsa, e que colocaria no caminho. E mais positivamente ainda quando eu propus comprar camisinha. Vai que… rsrsrs Ela topou!!! Adorei, claro. No carro, no caminho, ela tirou a calça e colocou a saia. Já achei o máximo. Pedi que tirasse a calcinha… meio a contragosto ela tirou e eu comecei e passar o dedo em sua boceta. Tadinha… estava tão nervosa que estava seca seca. Pediu para eu parar porque não estava adiantando. Chegamos ao clube. Minha esposa tremia que nem vara verde. Eu tinha um vazio no estômago, um misto de ansiedade e excitação. Ela pediu para que eu descesse do carro primeiro e fizesse uma avaliação do local, perguntas… rsrsrsrs expliquei que infelizmente o clube estava vazio! Quinta-feira, dez da noite, só um casal na sala coletiva, mas nem chegamos a ver. Muito envergonhada, ela desceu do carro e perguntamos para a recepcionista como seria o movimento, e ela disse que de quinta às vezes o movimento é fraco e que havia o risco de não aparecerem muitos casais. Concluí que para um casal iniciante, não teria graça alguma… não quisemos pagar para ver e saímos de lá um tanto desanimados. Disse que no sábado seria muito melhor, porque aí a casa enche, mas no sábado não daria para nós.
No domingo, já em SP, nova tentativa. Sempre recebo e-mails de outras casas de swing, mas no final, lendo um pouco mais, e conversando com a atendente on-line da Inner, decidi ir até lá. No final de tarde, quase uma desistência… minha esposa não estava muito animada, apesar de ter dito que iria. Sei lá… cansaço, medo… na quinta, apesar de estar muito nervosa e desconfortável, ela estava mais animada. No domingo, ao ver aquilo, fiquei receoso… será que não conseguiríamos novamente? Decidi não falar nada e seguir com o cronograma. Pegamos o carro em direção a Moema. A roupa era a mesma. Ela trocou a calça pela saia dentro do carro, no caminho, mas não quis tirar a calcinha. Também tirou a blusa preta que havia por debaixo da outra preta rendada, deixando o sutiã preto visível, mas não saiu disso. Não ousei tentar masturbá-la. Em frente à Inner, um estresse… ela não queria descer do carro na frente do segurança da entrada e do manobrista. Não se sentia à vontade. Perguntei se havia outro modo de entrar, mas não. Não à noite… depois descobri que a entrada pelo estacionamento existe nos dias em que a casa abre à tarde. Na hora chegou um Mercedes, e ela ficou olhando a roupa da menina que sairia do carro junto com o namorado/marido… estava se sentindo muito vulgar com a roupa, mas logo percebeu que estava bem comportada quando viu os modelitos… hahahaha deixamos o carro com o manobrista e entramos. Não descreverei a casa, pois isto seria repetição desnecessária para quem já conhece, e estragar a surpresa para quem nunca viu. Como de praxe, a hostess nos apresentou a casa, exceto o labirinto. De cara foi engraçado porque ao entrarmos nas alas privativas, no começo, já havia gemidos… depois vimos a sala dos véus… quando minha esposa viu um casal se atracando e a mulher de bunda de fora, meio que saiu correndo de lá… nisso o meu tesão ia só aumentando. Sentamos para pegar uma bebida. Como ainda eram umas onze horas, bebemos um pouco, para aliviar as tensões, e resolvemos andar na ala privativa. Ônibus não estava funcionando. Sala dos véus agora vazia. Nas treliças havia um casal assistindo outro, mas não conseguimos espaço para assistir também. Fomos para o labirinto. Assistimos meio que de longe uma das salas coletivas do labirinto, a menor, somente uns casais se chupando. Minha esposa decidiu sair dali… nos corredores, durante dois momentos, ela sentiu um cara passando a mão em sua bunda… seu coração quase saiu pela boca e ela se sentiu desconfortável. Eu, claro, senti tesão ao saber disso, e disse a ela para que me dissesse sempre que isso acontecesse. Na minha mente tarada, claro, eu já imaginava um cara levantando sua saia e massageando seu delicioso bumbum, depois indo com o dedo na sua boceta, que a essa altura já deveria estar encharcada… Fomos à sala dos casais… que delícia… gente transando… gemidos fortes nas salas com treliça ao fundo… eu estava extasiado. Encostamos na parede e ficamos assistindo por um tempo…. eu comecei a acariciar seu bumbum e depois enfiei o dedo na sua boceta… estava muito molhada… senti muito tesão ao ver um casal no sofá ao nosso lado… ele de pau na mão, sendo masturbado pela esposa, que estava de pernas abertas recebendo um carinho no grelo. Show! E eu bulinando minha esposa deliciosa. Enfiei a mão pela frente e comecei a estimular seu grelo enquanto enfiava o dedo por trás na boceta. Enquanto isso ela massageava meu pau por cima da calça mesmo… ficamos um tempinho assim. Foi o nosso primeiro grande passo, e eu delirei. Não acreditava que ela tinha deixado eu dedá-la ali, na frente de todo mundo… ela queria se soltar mais e decidimos voltar para a mesa. Bebemos mais um pouco. Ali, outra surpresa… comecei a massagear sua boceta… colocando a calcinha para o lado, enquanto ela abria as pernas. Fantástico! Para quem estava se achando a mais vadia do mundo porque estava com uma saia jeans não muito curta, e agora estava ali na área social, de pernas abertas, sendo masturbada em público… ali senti que a coisa estava realmente esquentando bastante.

Fomos novamente para a área privativa. Nova surpresa… entramos no cinema, sentamos na segunda fileira… botei meu pau para fora, completamente melado, e para minha surpresa mas completa satisfação, chupou-o deliciosamente. Alguns casais entravam na sala e davam de cara com essa cena excitante! Sugeri que parasse, senão eu gozaria ali mesmo. Andamos mais um pouco e depois assistimos os shows de strip. Eu achei que fosse algo mais quente, principalmente depois do que vi na ala privativa… eram vários casais metendo tão gostoso, e tão vigorosamente, que o strip se torna algo bem comum… rsrsrsrsrs Fomos novamente para o labirinto, lá na sala dos casais… assistimos pela treliça dois casais metendo muito. Gostei de ver o cara chupando uma boceta e imaginei assistindo minha esposa naquela situação… começamos a nos masturbar novamente, só que agora tirei o pau para fora. Pedi que ela tirasse a calcinha e adorei quando ela concordou… comecei a erguer sua saia, na esperança de expor o bumbum e que alguém passasse a mão e talvez algo mais. Ela pediu para que não, e sugeriu ir para outra parede, pois havia uma casal bem do nosso lado e ela não queria o risco de aceitar outro homem a alisar e sua esposa também me tocar. O que ficou combinado, e o que eu queria, era apenas o ménage masculino… não estava interessado em swing. Portanto, respeitei e fomos para outra parede. Agora ela estava de frente para mim e os dois masturbando um ao outro. Ameacei descer até sua boceta e chupá-la na frente de todos, mas ela não deixou. Decidimos então ir a uma sala privativa. Ela não queria nem arriscar treliças e ver a sombra de pessoas nos observando. Entramos então numa reservada, em frente a uma com glory hole, trancamos a porta, eu tirei a roupa, coloquei-a de quatro no sofá, ergui sua saia e comecei a lamber sua bunda maravilhosa, a chupar seu cu e depois sua boceta… eu adoro chupar e olhar para sua boceta… me dá muito tesão! começamos a transar deliciosamente, ela sentada de frente para mim e cavalgando meu pau. É uma posição muito boa para ela gozar. Eu, com um tesão enorme, comecei a falar que, se tivéssemos levado alguma venda para seus olhos, eu não avisaria nada, e chamaria outro cara para entrar na cabine para chupar sua boceta e meter nela bem gostoso até eles gozarem. Aí ela me disse… “você está realmente com muita vontade de ver isso né?” Respondi que sim, que era meu sonho… e aí ela falou… mas como vamos vendar meus olhos? A ideia era que, se ela não visse quem era a pessoa, conseguiria se soltar. Aprendi isso num relato que vi na net sobre swing. Coloquei minha camiseta em volta de sua cabeça, mas não dava para prender. Olhei para o meu jeans… grande e pesado demais… ela teve a ideia… prender com o cinto. Passamos a camiseta, amarramos em volta com meu cinto (não ficou bonito de ver, mas foi eficiente… srsrsrsrs). Depois de confirmarmos que ficou firme, vesti minha calça, abri a porta e achei um rapaz até bem apessoado e físico masculino padrão com a mão enfiada no glory hole em frente. Chamei e perguntei se queria foder a minha esposa. Disse que ela estava ali dentro prontinha esperando. Ele disse que sim, e entrou animado. O meu tesão estava a mil.

Finalmente realizaria meu desejo insaciável de ver minha esposa gostosa dando para outro na minha frente. Disse para ele chupar sua boceta, mas ele optou por não fazer. Respeitei, mas fiquei um pouco decepcionado… coloquei minha esposa de quatro, enfiei os dedos na sua boceta, bastante encharcada, e pedi que ele fizesse o mesmo… ele o fez por um tempo e ela gostou muito… depois dei-lhe uma camisinha e ele meteu na xana com ela de quatro mesmo… eu disse a ele para não empolgar, para não gozar rápido, mas ele começou a meter com vontade, e ela gemia de prazer. A sensação que senti nesse momento é indescritível. Só consigo dizer que não senti ciúmes, mas adorei o que senti no momento. Ver ele metendo daquele jeito, segurando seus cabelos me deixou louco… aproveitei para massagear seu grelo enquanto ele metia. Infelizmente não dava para enxergar muito, então pedi para que ela sentasse no pau dele como estava fazendo em mim antes… ele sentou e ela sentou sobre seu pau. Começou a cavalgar deliciosamente, e eu com a cara lá em baixo, olhando o pau dele entrar e sair daquela boceta que era só minha, e agora também dele, extremamente molhada… ela cavalgava com vontade. Ele começou a pegar nos peitos dela, que estavam por baixo da blusa… adorei quando ela, por livre vontade, levantou a blusa e o sutiã e ofereceu seus seios fartos para ele mamar. Enquanto isso eu incentivava: “isso… fode essa boceta… é uma delícia não é? Mete gostoso nela, é sua agora”. Pedi para que trocassem de posição… ela deitada, com as pernas escancaradas e ele por cima… não deu para ver nada, mas quando ele entrou nela, senti meu corpo estremecer…. ele metia muito gostoso, e ela gemia mais gostoso ainda, e dizia, “ai que delícia” “ai que delícia”. Senti muito tesão quando ela tocou o traseiro dele, como que puxando-o para dentro dela, querendo senti-lo inteiro. Depois ele pediu para irem de quatro novamente. Ela atendeu, e ele começou a meter ainda mais forte e mais rápido…. ela gemia deliciosamente e eu comecei a bater uma, de tanto tesão… sei que meu pau pingava de tesão. Ele foi metendo, ela gemendo mais e mais. Comecei novamente a massagear seu grelo… ela gemia como se já estivesse gozando, mas ainda não estava… quando ele soltou um gemido confirmando que tinha gozado dentro dela (de camisinha claro) ela gemeu mais alto, e gozou.

Acho que quase gozei só de ver aquilo. Rapidamente ele tirou a camisinha, vestiu a calça, comentou que já fizera aquilo com outro casal anteriormente (mulher vendada), trocamos algumas palavras rapidamente e ele saiu. Daí tiramos a venda, e minha esposa pediu para eu meter nela agora. Sentou novamente no meu pau e cavalgou muito gostoso. Não muito tempo depois ela gozou novamente, o que não é comum nas nossas trepadas e logo em seguida gozei gostoso. Eu queria ir mais, descansar um pouco, observar mais casais e trepar novamente, mas tínhamos que ir embora porque já estava muito tarde e precisávamos acordar cedo na segunda. Entretanto, senti que a partir daquele momento, muitas outras coisas poderiam acontecer se continuássemos na Inner, porque ela parecia já estar bem solta. Estávamos comprando um refri para matar a sede e um negro, alto, deu uma secada nela. Não comentei, mas na hora pensei… se não fosse a hora… acho que rolaria outra.. rsrsrsrsrsrs Só sei que disse a ela que adorei tudo o que ocorreu, que a amava muito, e sinto que nosso amor só se fortaleceu com as loucuras daquela noite de domingo. Como ainda não tivemos a chance de curtirmos uma boa noite sozinhos, não tivemos como botar esse tesão para fora a sós, mas a todo momento eu digo que lembro do que aconteceu, e só de lembrar eu fico de pau duro. Aliás, meu pau passou os últimos três dias babando, porque a todo momento eu lembro da cena maravilhosa da minha esposa expondo os peitos para ser mamada ou forçando o cara para dentro dela, para foder mais fundo ainda. Quem sabe numa outra vez não consigo achar algum que não tenha pudor em chupar sua boceta. Quero ver outro cara chupá-la até ela gozar… só de imaginar ela segurando outro pelos cabelos e pressionando contra sua xota úmida, já faz meu pau ficar lambuzado. Sei que, o que antes provavelmente seria um passeio apenas para olhar, virou uma trepada deliciosa, que só me deixou com um gostinho de quero mais!!!! Te amo esposa! Você é tudo para mim! Obrigado por realizar esse sonho!!!!

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