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Relatos Eróticos

Primeira Aventura no Swing

Inner Club

agosto 13th, 2014

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Este conto é sobre uma das primeiras aventuras que tivemos, logo no início da nossa vida liberal, de quando começamos a freqüentar casas e locais de swing. Usarei nicknames, mas nossos nomes verdadeiros começam com B e R. Hj serei Rafaela e ele Afonso. Ah! Um amiguinho será Luis, mas seu nome começa com P. Ai ai, já começo a ficar excitada só de brincar com as palavras aqui.

A gente sabia que no Rio de Janeiro e São Paulo tinham diversas casas especializadas em swing e ménage, saunas mistas, banhos coletivos, mas uma sempre nos chamou a atenção, a tão falada Inner, que dizem que lá acontece tudo de verdade! Somos do interior e aqui ainda não tem boates ou locais onde se pude curtir uma boa putaria de verdade e até porque temos muito receio de encontrar conhecidos…

Um dia aconteceu de estarmos navegando na internet e nos interessarmos por um anúncio do Inner num site parecido com o youtube só que só de sacanagem e que anunciava uma noite inesquecível a quem participasse do evento do mês. Como sempre tivemos vontade e curiosidade de ver como era um ambiente assim ligamos, pedimos informações, horário de funcionamento e outros detalhes. Gostamos logo de cara pela excelente e sem frescura forma como a voz da informante nos animou a ir a São Paulo dizendo que toda propaganda do Inner Club é verídica… e para lá nos dirigimos no mesmo dia logo após conseguirmos trocarmos nossas folgas no trabalho já que somos da área da saúde.

Fui com um mini vestido rosa, que mais mostrava minha bunda que tapava alguma coisa e por baixo uma mini tanga branca transparente, que mal cobria minha…, modéstia, sou daquelas mulheres que os homens chamam de gostosa, capô de fusca, cinturinha fina, pernas grossas e bunda grande e bem arrebitada.

Enfim chegamos… Após tomarmos alguns drinques, começamos a dançar e o Afonso começou a levantar meu vestido e me bolinar, colocou o pau para fora esfregava nas minhas coxas, puxava minha tanguinha para cima e a enterrava ainda mais no rabo, após levantou completamente meu vestido e começou a me bolinar por trás, esfregando o pau na minha bunda, me encoxava, apertava os meus seios e me mostrava inteirinha para os ali de perto, enquanto eu me esfregava nele. Isso tudo ainda numa mesa perto da pista de dança.
A stripper que fazia o show erótico veio até nós, me puxou pra dançar com ela, começou a me beijar, lamber minhas coxas, bunda e a se roçar e chupar nos meus seios, durante algum tempo depois me jogou perto de outros casais que se juntaram a nós, todos agarrando, beijando, bolinando e chupando um ao outro, num canto do salão.

Era tanto tesão que… Saímos dali e fomos nos sentar em um sofá, num canto mais reservado e fiquei chupando o pau do Afonso, ele por sua vez tirou meu vestido, me deixando só de tanguinha e nua da cintura para cima. Fiquei de rabo para cima mamando naquele pauzão, quando um cara jovem, com uma pica enorme e muito grossa que já estava completamente dura e que depois soube se chamar Luis se aproximou de nós, afastou minha tanguinha para o lado e começou a me lamber todinha, enfiou a língua na minha buceta, na minha bunda, mordia meu grelo, lambia e enfiava o dedo no meu cuzinho, como não demonstramos reação contrária ele enfiou o cacete na minha boca, me beijou, agarrou, bolinou e tirando minha tanguinha, me deixou peladinha. Sentou no sofá e me puxando para cima dele enterrou o caralho na minha buceta de uma só vez, senti que ele estava me rasgando e esfolando minha buceta, para não gritar ocupei minha boca com o pau do Afonso. Delirei com aquela situação, sendo arrombada por um desconhecido, na frente de uma platéia que a cada minuto aumentava mais e com a sensação de ter um cacete enterrado na boca, quase até o fundo da garganta. Depois ele me colocou de quatro no sofá e começou a bombear com força aquele caralhão, enquanto outros homens se aproximaram e começaram a me morder, chupar meus seios e a disputar com meu marido a oportunidade de enfiar o pau na minha boca. Senti um jato de porra na garganta, me sufocando, engoli tudo, lambi o pouquinho que deixei escorrer pelos lábios.

Senti que me colocaram novamente sentada em cima de um pau, que estavam levantando minha bunda, senti um cacete começar a pincelar meu cuzinho, a forçar a entrada, senti que as pregas começavam a se romper, senti dor, senti prazer, sentia outros dois paus procurando minha boca, senti outros tantos paus se esfregando em mim, percebia que estava sendo chupada, mordida, arranhada, queria fugir e era agarrada novamente por várias mãos.
Ouvia me chamarem de putinha, de vagabunda, gostosa, cadela, tinha consciência que estava sendo comida, enrabada, fodida, prostituída, estuprada. Por quantos paus? Já tinha perdido a conta, e nada podia fazer ou nada queria fazer…
Tive consciência do gozo, chegando forte, em golfadas… Gritei, gemi, gritei quase com desespero, mas eu queria mais, precisava de mais, estava toda ardida, arrombada, dolorida, mas queria mais, o desejo e o tesão era mais forte que qualquer outra coisa.

Por este dia ficamos por aí, mas no dia da festa do mês que foi o motivo de nossa expeculação, voltamos e aí sim, conhecemos todos os cantinhos maravilhosos que mais parece um parque de diversões para adultos, o labirinto realmente nos faz perder, mas a cabeça hahaha… o cine erótico para mim que gosto de muitos paus ao mesmo tempo, hum…

Tornamos-nos clientes assíduos desta boate e lá tivemos e fizemos centenas de sacanagens, mas esta primeira vez foi a que realmente me marcou, talvez por ter sido a que mais loucuras fizemos, sem programação, sem nada, simplesmente aconteceu!

E o Afonso, adora tudo que é tipo de sacanagem, tipo bolinação em cinema pornô, saunas, gosta de situações provocantes e eróticas, pede que eu ande com pouca roupa, de mini saia, mostre os seios, que ande sem calcinhas, adora me comer em lugares públicos e me mostrar quase pelada em cinemas, boates, … Fica doido quando me vê transando com outras pessoas, seja homens, mulheres ou casais, me incentiva a sair sozinha com outras pessoas e depois contar com detalhes tudo o que ocorreu, enquanto transamos, mas quando falamos em Inner Club sabemos que será mais uma noite inesquecível em nossa safada e livre vida de casal moderno.

Quem sabe a gente se encontra ou se esbarra um dia destes no Inner Club. Beijinhos da,

Rafaela

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